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Descrição arquivística
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Oficina de Mecânica de Máquinas
104 · Item · 1960 - 1965
Parte de ESCOLA TÉCNICA DE VITÓRIA

Oficina de Mecânica de Máquinas com a presença dos professores Oswaldo Gomes (1 à esquerda), Antônio Luiz Valiatti (2 no meio), Antônio Schwan Valentim (3 à direita).

Oficina de Mecânica de Máquinas
102 · Item · 1960
Parte de ESCOLA TÉCNICA DE VITÓRIA

Antiga Oficina de mecânica de máquinas da ETV com a presença de alunos. Existe na fotografia um papel colado na parte de traz com o seguinte dizer: “OFICINA DE MECANICA DE MAQUINAS”. Data provável da fotografia de 1960 a 1968.

Sem título
Sala de aula
101 · Item · 1961 - 1965
Parte de ESCOLA TÉCNICA DE VITÓRIA

Sala de aula com a orientadora, Elza Valadão, presença do diretor Mauro F. Borges e do prof. Maurício de Araujo e alunos

Oficina de Fundição
011 · Item · 1965 - ?
Parte de ESCOLA TÉCNICA FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

Interior da Oficina de fundição do Ginásio Industrial.
A tecnologia de fundição se constitui uma das mais antigas inventadas pelo homem em sua relação com a natureza em busca de sua sobrevivência. A oficina de Fundição da década de 1960 apresenta os elementos básicos do processo de fundição – o forno – a esteira – os controles eletromecânicos - evidenciando um contexto ao qual o ofício da fundição não havia se apropriado da tecnologia de automação e controle, tornando o processo de ensino-aprendizagem uma atividade laboral sujeita a riscos. Como atividade de ensino, o ofício da fundição passaria por significativas mudanças na ETFES com a criação do curso de Metalurgia em 1979, curso voltado para atender a implantação da Companhia Siderúrgica de Tubarão.

Sem título
Oficina de Eletricidade da EAAES

Interior da oficina de Eletricidade. Turma de alunos do curso de Eletricidade. Alunos com trajes de ternos de adultos, que eram doados pela escola e usados em ocasiões festivas.
Na Oficina de Eletricidade o mestre artífice e professor foi Joaquim Fernandes de Andrade Silva. O programa de ensino era organizado em quatro anos. Esse ofício requeria conhecimentos mais amplos, que possibilitassem o domínio de noções teóricas e práticas sobre a tecnologia da eletricidade. Por se tratar de um ensino em nível de escolarização primária, não havia uma preocupação com aprofundamento científico sobre o fenômeno da eletricidade, mas os alunos recebiam um detalhamento das noções científicas, dos processos físicos e químicos. O ensino iniciava com as noções gerais sobre a eletricidade, prosseguindo com temas específicos, como a iluminação elétrica, o telefone, o telégrafo, os alternadores.

Sem título
Turma da Sapataria

A oficina Artes de Couro tinha como responsável o mestre artífice e professor Francisco Daiello. As atividades requeriam um amplo domínio de habilidades manuais, obedecendo uma sequência de etapas, indo do mais simples ao mais complexo na arte de sapateiro, como exigência de habilidades e técnicas manuais. O ensino iniciava desenvolvendo habilidades no manuseio com as ferramentas. Em seguida, vinham noções práticas sobre os diversos aspectos que se relacionavam com a arte do couro, depois o feitio dos calçados. A descrição do programa evidencia o aspecto criativo do trabalho do artífice, salientando uma arte que requer o esforço no aprimoramento das habilidades manuais e cognitivas.

Sem título